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30 March 2007

Scripts DHTML para todos !

Um ótimo site contendo diversos scripts DHTML para uso em sites e aplicações Web. Uma ótima dica do meu colega Alexandro Teodoro.

Dynamic Drive DHTML(dynamic html) & JavaScript code library

29 March 2007

Tecnologia U3 em pendrive - Como desinstalar o U3

Os novos pendrive comercializados estão vindo com uma tecnologia chamada U3, que pemite que software seja instalado e executado no pendrive de forma muito mais simples e segura.

Eu pessoalmente não gosto deste conceito, e fico bastante irritado quando eu utilizo algum pendrive que possui U3. Acho muito intrusivo este tipo de abordagem, além de ocupar MBs preciosos.

Para quem deseja desinstalar o U3 do seu pendrive, vc pode utilizar o U3_Uninstaller.exe. Para download, clique no link abaixo.

http://www.google.com/search?sourceid=navclient&ie=UTF-8&rlz=1T4GGLJ_enBR206BR206&q=U3%5fUninstaller%2eexe

27 March 2007

Emulador x86 em Java

Um interessante projeto de virtualização, emulando a arquitetura x86 em Java. Desenvolvido pela equipe de física de Oxford.


Hexágono rotativo em Saturno

Uma descoberta fascinante em Saturno, feita pela Sonda Cassini. Um hexágono rotativo, com um diâmetro aproximado de 25.000 km (quase 4 Terras).



Atualizando. O hexágono apresenta um período de rotação de 10h 39m 24s e possivelmente emite ondas de rádios (a confirmar).

http://www.jpl.nasa.gov/news/news.cfm?release=2007-034

22 March 2007

Windows Vista e a emissão de carbono - CO2

Em um mundo a beira do colapso ambiental, seja devido ao homem ou devido às variações solares (na minha opinião, esta é a principal causa), é importante que cada pessoa entenda que deve fazer a sua parte. Os projetos de computação são grandes consumidores de recursos naturais, pois o consumo elétrico é elevado. Facilmente o consumo mensal de um datacenter mediano (www.tivit.com.br e www.diveo.net.br) atinge valores comparáveis a de uma cidade pequena.

O artigo abaixo mostra um estudo muito interessante comparando o consumo elétrico do Windows XP versus do Windows Vista. O Vista possui um controle muito mais apurado e preciso sobre o consumo de cada componente do computador; Dessa forma, é possível atingir uma configuração ideal que reduza o consumo elétrico.

Green Business News - an IT Week blog: Microsoft hits back at critics over green Vista

Para os que defendem que somente o homem está alterando a temperatura do planeta, vejam no link abaixo um flare solar ocorrido em 12 de janeiro de 2007. Simplesmente este flare é 90% do tamanho da Terra. Com certeza, a energia propagada chega até aqui, alterando as condições climáticas. Mais detalhes em http://science.nasa.gov/headlines/y2007/21mar_chromosphere.htm



21 March 2007

A Web 2.0 irá fracassar.

Um interessante artigo explicando os motivos que a Web Semântica, popularmente chamada de Web 2.0 irá fracassar. A Web 2.0 depende de 3 importantes fatores para funcionar corretamente:

  • Aderência a padrões do W3C
  • Adotar um vocabulário semântico comum a todos os serviços Web 2.0 (esse é o mais difícil)
  • Os fornecedores devem publicar as API's semânticas. Após o boom dos mashups em 2006, estou notando um movimento ao contrário. O Google está limitando/complicando o acesso a suas API's, a Microsoft está um pouco confusa com sua API do Live, a Amazon está cobrando pelo acesso, etc, etc.

http://halfanhour.blogspot.com/2007/03/why-semantic-web-will-fail.html

16 March 2007

Água congelada em Marte formaria um oceano de 11 m

Uma interessante reportagem sobre a existência de uma grande quantidade de água congelada no pólo de Marte. Na foto da Mars Observer, a cor vermelha simboliza a maior qtde de água."

14 March 2007

Teoria do Universo espontâneo

Um interessante webcast do físico Stephen Hawking, sobre uma teoria que diz que o Universo foi criado a partir do "nada".

http://webcast.berkeley.edu/stream.php?type=real&webcastid=19171

13 March 2007

Direito Espacial

Extraído do boletim SuperNovas - http://groups.yahoo.com/group/boletimsupernovas/

O Direito Espacial Internacional se preocupa mais com oespaco do que com a Terra, certo? Nao exatamente. Desde o comeco, esseramo do Direito Internacional Publico cuida do espaco, sim, masvisando, sobretudo, resguardar a Terra. Vale lembrar: ele surgiu,junto com o inicio das atividades espaciais, em plena Guerra Fria, nosanos 50, 60 e 70. O confronto nuclear entre as superpotencias –Estados Unidos e Uniao Sovietica – teria destruido a vida no Planeta.Para felicidade geral, os inimigos mortais tiveram o bom senso dedeixar o espaco cosmico fora da briga – como fizeram, alias, com aAntartida, tornando-a area de uso comum, totalmente desmilitarizada.Dai' a proposta de utilizacao exclusivamente pacifica do espaco,formulada pelo entao presidente estadunidense, Dwight Eisenhower(1890-1969). O Direito Espacial, de fato, reune os tratados, acordos eresolucoes criados para estabelecer o status juridico do espacoexterior e dos corpos celestes, e para regular as atividades dosEstados – e de suas entidades publicas e privadas – destinadas aestudar e usar o novo meio. Sua fonte principal e' o Tratado sobrePrincipios Reguladores das Atividades dos Estados na Exploracao e Usodo Espaco Cosmico, inclusive a Lua e demais corpos celestes. Conhecidocomo o Tratado do Espaco, foi adotado em 1967 – dez anos apos ainauguracao da Era Espacial pelo Sputnik I, em 1957 – e, portanto, em2007, comemora 40 anos de vigencia. E' considerado o codigo, a "CartaMagna do Espaco". Dele derivaram quatro acordos: sobre Salvamento eRestituicao de Astronautas e Objetos Espaciais, de 1968;Responsabilidade por Danos Causados por Objetos Espaciais, de 1972;Registro de Objetos Espaciais, de 1976; e Atividades dos Estados naLua e outros Corpos Celestes, de 1979. E mais cinco declaracoes deprincipios aprovadas pela Assembleia-Geral da ONU sobre uso desatelites para transmissao direta de TV internacional, de 1982;sensoriamento remoto da Terra por satelite, de 1986; uso da energianuclear no espaco, de 1992; cooperacao internacional, de 1996; econceito de "Estado Lancador", de 2004. Assim, o Direito Espacialtrata, sim, do espaco, da Lua, Marte e outros planetas, satelitesnaturais e asteroides. Para onde a especie humana vai ou envia naves,satelites e robos – nao importa a orbita ou o ponto do Universo –,junto vai tambem o Direito Espacial, lavrado aqui na Terra – base detodos os acordos e desacordos, mesa de paz e arena de luta. Zelar pelaTerra pode nao ser a materia especifica do Direito Espacial, mas e',sem duvida, sua missao politica maior. E sua propria sobrevivencia. Osprincipios fundamentais do Direito Espacial sao como voos suborbitais:vao la' em cima e voltam. O Artigo 1º do Tratado do Espaco reza: "Aexploracao e o uso do espaco cosmico, inclusive da Lua e demais corposcelestes, deverao ter em mira o bem e interesse de todos os paises,qualquer que seja o estagio de seu desenvolvimento economico ecientifico, e sao incumbencia de toda a humanidade". E, pelo Artigo3º, as atividades espaciais "deverao efetuar-se em conformidade com oDireito Internacional, inclusive a Carta das Nacoes Unidas, com afinalidade de manter a paz e a seguranca internacional e de favorecera cooperacao e a compreensao internacionais". A meta e' beneficiar –incondicionalmente – todos os paises e toda a humanidade; e garantir apaz, a seguranca, a cooperacao e a compreensao entre as nacoes daTerra. E quando o Artigo 4º proibe a colocacao em orbita de armas dedestruicao em massa (nucleares, quimicas e biologicas), a ideia e'evitar a poluicao espacial, claro, mas acima de tudo e' proteger aTerra e seus habitantes de uma catastrofe muito pior que a de Hiroximae Nagasaki. O mesmo artigo, a seguir, desmilitariza por completo aLua, Marte e todos os outros corpos celestes, destinando-os para usoexclusivamente pacifico e vedando ali bases, fortificacoes e manobrasmilitares, alem de testes com armas. Isso e' muito bom para Lua eMarte. Ao contrario da Terra, eles poderao ter uma historia semguerras. E se, dentro de 20-30 anos, desembarcarmos na Lua e em Marte,deveremos, obrigatoriamente, estar desarmados – uma novidade natrajetoria de nossa civilizacao. O Artigo 9º, por seu turno, manda queo espaco e os corpos celestes sejam estudados e usados de modo "aevitar os efeitos prejudiciais de sua contaminacao, assim como asmodificacoes nocivas no meio ambiente da Terra, resultantes daintroducao de substancias extraterrestres". A ordem, pois, e' naocontaminar o espaco e os corpos celestes, nem permitir a contaminacaoda Terra. Ocorre que neste Ano 50 da Era Espacial, gracas a pesquisasda ONU, da qual participaram 600 especialistas de 40 paises, ficamossabendo com absoluta certeza que, devido `a mudanca do clima e aoaquecimento global provocados pela acao humana, a Terra corregravissimos perigos. Urge tomar todas as medidas possiveis parareduzir os efeitos das calamidades que ja' nos maltratam e devem seintensificar cada vez mais. A "Nature", renomada revista cientificainglesa, publicou em sua edicao de 1º de Fevereiro, um editorialmemoravel, "O Admiravel Mundo Azul", argumentando que "as missoesespaciais tripuladas nao podem ser pretexto para se ignorar oplaneta-mae, que precisa de constante monitoramento feito a partir doespaco". Para a "Nature", hoje, "a exploracao pelo homem de novosmundos pode ser muito importante, como inspiracao e ate',eventualmente, para algo mais, mas, no mesmo sentido, nao e' taourgente quanto entender e monitorar o sistema da Terra". A revista naodeixa por menos: "Mapear a marcha da mudanca global e explorarpossiveis futuros tem uma urgencia que o estudo de verdades eternas ede antigos desertos nao pode ter". E conclui ironica: "A Lua nao esta'indo a lugar nenhum. A Terra esta'." Ou seja: a Terra esta' indo parao espaco... O Direito Espacial tem relevante papel a desempenhar nestaencruzilhada. Quatro parecem ser os seus grandes desafios, na hora emque, mais do que nunca, o imperativo maior e' defender a Terra. Saoeles: 1) Aperfeicoar, ampliar e dar a maior efetividade possivel atodos os acordos, principios, normas e recomendacoes dirigidos aproteger o Planeta. Varios Principios do Sensoriamento Remoto da Terrapor Satelite, de 1986, precisam ser modernizados e detalhados, para setornarem mais eficientes e consistentes com as necessidades atuais domundo. As atividades de sensoriamento remoto sao hoje vitais. Logo,ja' nao basta dizer, como faz o Principio V, que os paises querealizam tais atividades "deverao possibilitar a participacao nelas deoutros Estados" e que "tal participacao sera' sempre baseada emcondicoes equitativas e mutuamente aceitaveis". E' imperioso criartodo um programa de cooperacao pro-ativa para equipar e estimular ospaises a se beneficiarem o maximo possivel do sensoriamento remoto.Tambem ja' nao e' suficiente estabelecer que "os Estados participantesde atividades de sensoriamento remoto que tenham identificado, em seusdominios, informacoes capazes de prevenir qualquer fenomeno nocivo aomeio ambiente natural da Terra deverao transmiti-los aos Estadosinteressados", como reza o Principio X. Ou afirmar, como faz oPrincipio XI, que "O sensoriamento remoto devera' promover a protecaoda Humanidade contra as catastrofes naturais. Para esse fim, osEstados participantes de atividades de sensoriamento remoto que tenhamidentificado, em seus dominios, dados processados e informacoesanalisadas capazes de serem uteis a Estados vitimas de catastrofesnaturais, ou que provavelmente serao atingidos por catastrofesnaturais, deverao transmitir estes dados e informacoes aos Estadosconcernentes, o mais rapidamente possivel". Urge uma acao coletiva,coordenada, permanente e constantemente renovada para estudar,prevenir, impedir, evitar e enfrentar – em escala global – as cadeiasde fenomenos nocivos e catastrofes naturais. O plano de criacao, emdez anos, do Sistema dos Sistemas de Observacao Global da Terra(Global Earth Observation System of Systems – GEOSS), adotado em 16 deFevereiro de 2005 e hoje apoiado por 66 paises (inclusive o Brasil) ea Uniao Europeia, e' prova cabal da necessidade de um trabalho coesoda comunidade mundial para entender como a Terra funciona em seu todo– tempo, clima, oceanos, atmosfera, agua, solo, geodinamica, recursosnaturais, ecossistemas e desastres induzidos ou naturais. Isso e' taoimportante que, ante a nova emergencia planetaria, a implantacao doSistema dos Sistemas deveria ser acelerada. Quanto mais tempo seganhar, melhor. 2) Conceber novos principios e regras praticas defomento `a cooperacao para equipar todos os paises com ainfra-estrutura indispensavel para receber, processar, analisar e usardados de satelite em planos nacionais de desenvolvimento sustentavel;3) Regulamentar a questao dos dejetos espaciais (lixo), cujo volumeaumenta sistematicamente e pode causar danos inestimaveis nao apenasaos satelites ativos em orbitas do nosso Planeta, mas tambem aosservicos essenciais que eles prestam `a Terra, inclusive os demonitoramento e protecao ambiental. 4) Barrar a instalacao de armas emorbita enquanto ha' tempo e impedir a conversao do espaco em campo debatalha. Guerra no espaco era so' o que faltava para coroar o tempodas catastrofes ja' visiveis e previsiveis na Terra. Mas o avanco e aeficacia do Direito Espacial, como de todo Direito, dependem davontade e determinacao politica dos governos e da opiniao publica. Semessa forca propulsora, ele ate' podera' ser uma conquista culturalvaliosa e imperecivel, mas nao saira' do papel. Por Jose' MonserratFilho, jurista e jornalista, e' vice-presidente da AssociacaoBrasileira de Direito Aeronautico e Espacial, membro da diretoria doInstituto Internacional de Direito Internacional e membro do Comite'de Direito Espacial da International Law Association (ILA). ( Fonte:Jose' Monserrat Filho, JC / Eco-21 )

Os 10 jogos mais influentes de todos os tempos

Video Games - Report - New York Times

07 March 2007

Código de ética para a era dos robôs

Uma reportagem muito interessante, onde na Coréia do Sul está sendo desenvolvido um código de ética para prevenir abusos de humanos contra robôs e vice-versa.

BBC NEWS | Technology |
Robotic age poses ethical dilemma

02 March 2007

VistaBootPro

Um ótimo gerenciador de boot para o Windows Vista. Finalmente vamos dar adeus ao terrível bcdedit !!